terça-feira, 28 de setembro de 2010

My mons†ers

     "Hoje é dia do coração", "Monster, vc tem coração?", "Não  '-' ", "Alguem comeu ele?", "Sim, eu mesmo". 
Todo mundo sempre fala "Nossa Rafael! Porque você não tem sentimento?", "Rafael, como vc consegue ficar tanto tempo sem alguem?". Minha resposta? simples e curta; "Porque não tenho coração.", o estranho é que todos ficam espantados quando falo isso, e mais ainda quando falo que quero comer o coração deles e beber um pouco de seu sangue. Deve ser por isso que sou taxado de estranho, anormal, idiota, mas como escrevi no primeiro post, não to nem ai pro que eles falam.
Me perguntaram "Porque você fez um blog?", não consegui responder de imediato, mais depois descobri a resposta, e com ela descobri o que me assombra. Meus monstros, o monstro do medo me ataca todo dia, toda hora em todo momento, me impedindo de falar. Meus monstros, são tantos que eu precisaria de muito tempo para falar de cada um. Meus monstros, estão sempre comigo, e não importa o que acontecer, eles sempre vão estar comigo. Eles se tornaram meus amigos, por isso sei conviver bem com certas situações. Meus monstros, não são nada mais do que os meus medos me perseguindo.

domingo, 26 de setembro de 2010

O meu Mundo.

A luz do dia pra mim não é necessária, prefiro a escuridão do meu quarto do que a luz la de fora. Daquele lado da luz o amor fica me esperando, mais eu ainda prefiro a solidão do meu quarto, onde o meu é apenas meu, onde eu não preciso dividir minha tristeza/alegria, minha lágrima/sorriso. Aqui é o meu mundo, aqui é onde eu mando, aqui é o lugar onde eu quero ficar o meu dia todo.
Estou bem, muito bem por sinal, por não ter que me dividir com o mundo, por não ter que dividir meus monstros com exatamente ninguém.
O meu mundo, eu faço as regras, eu entro e saio, arrumo e desarrumo, monto e desmonto quando eu bem entender
Estou feliz assim, não preciso que ninguem tente me levar pro lado de fora.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Prazer, Mons†er.

Hoje como todos os outros dias me chamaram de estranho. Eles estão sempre falando de mim, por parte é até bom, a propaganda é a alma do negocio, mais por parte, eles mal sabem o que passa em minha cabeça sobre eles. Ele nem sabem, como eu queriar deixar eles caido em baixo de meus pés, mais pra que isso agora? Mais pra frente, por mais que demore, eu vou ter isso, e eles vão implorar por minha ajuda.
Eu dou muita risada deles, um bando de pessoas infantis, que sempre estão pensando que ta arrasando, mais o que eles não sabem,  é que não são nada a mais do que um monte de carne em um monte de ossos.
Vai ser nesse tempo, que eu vou ser a unica pessoa a estender a mão para eles, mais do mesmo jeito que uma mão te puxa da precipício, ela pode te jogar, e o seu dono podera ver o seu tombo rindo.
Realmente não ligo que falem de mim, realmente quero que quem fala de mim que se foda, eu sou assim, vou viver assim, vou morrer assim. Esse é o Mons†er, o Rafael Mons†er.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Apenas um momento. Ou não.

Sabe aquele tempo, onde a sua parte obscura, sombria, tenebrosa toma conta de você? Onde a sua parte feliz e alegre dorme profundamente? Onde muitas vezes a sua mente te assusta com suas idéias macabras, com suas vontades locas? Claro que sabe! Todos nós temos esse tempo, mais em mim, ah, em mim é diferente, essa parte reina em mim quase todo dia, por isso me chamam de louco, de idiota, de estranho, por isso algumas pessoas tem medo de mim. E o que eu penso? Eu só penso em aproveitar cada momento desse tempo, que um dia, quem sabe, nunca mais vou ter. X