terça-feira, 30 de novembro de 2010

Aqui é o fim...

Chega um certo tempo que você descobre que coisas que te ajudava não te ajuda mais, e esse é o motivo de eu parar de atualizar o blog. Estou em uma decepção e tristeza tão grande, que apenas palavras não me ajudam mais, é preciso de lágrimas, e se eu fosse escrever aqui o que cada lágrima quer dizer, eu seria obrigado a morrer.
Pode ser que um dia, tudo volte ao normal, e eu volte aqui, mas pode ser que um dia tudo realmente acabe e eu nunca mais vou poder voltar aqui. Sim, estou triste por não atualizar mais aqui, mas é que apenas palavras não basta mais. Agora, esse blog vai ser apenas uma caixa cheia de lembranças, uma caixa que poderá ser aberta quando precisar.
Muito obrigado a todos que vieram aqui, e me deram apoio e tudo mais, muito obrigado mesmo.
That's All

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Parabéns! Você criou um Monstro...

Parabéns! Você criou um Monstro, você criou a pessoa mais friacruel, duvidosa, mesquinha, crítica e rude. Palmas pra você, que me esnobou. Palmas pra você, que tirou com a minha cara. Palmas pra você, que me fez acreditar que o pra sempre, sempre acaba. Palmas pra você, que um dia me viu caido e não fez nada. Palmas até mesmo pra você, que me derrubou.
Graças a vocês eu me tornei o que sou hoje, graças a vocês eu sou o que sou hoje. E não adianta reclamar de mim, não adianta reclamar do jeito que eu sou. Vocês fizeram com que eu me tornasse isso, vocês fizeram isso. Se não estão felizes com isso, fácil, só me esquecer, não estou preocupado com o que você pensa, acha ou sente. Se não estão felizes com isso, só saiba que eu vou saber muito bem viver sem vocês.
Isso é tudo!

domingo, 21 de novembro de 2010

Mais um monstro, o pior deles.

Você me machucou de uma tal forma, que parece que você me prendeu em uma cadeira, e foi arrancando cada parte da minha carne; Que parece que você me jogou no chão, e me pisoteou.
A dor é tão grande, que nem o que fiz foi igual, e nada que eu fizer será igual a essa dor.
agora vou ficar aqui, no meu mundo destruído, sozinho, chorando as lágrimas de dor e de decepção, as lágrimas que apenas meus monstros conseguiam tirar de mim. Parabéns! Me transformei em um ser pior do que eu era. E você criou mais um monstro pra minha coleção.

Agora, tudo não passa de ruínas

O sangue passa tão rápido em minha veias que é como se ele implorasse pra sair. É como se ele pedisse pra eu por fim em tudo. Mas o sangue que passa em minhas veias, é negro, da cor do meu mundo, aquele mundo em que abri o portão para algumas pessoas, mas essas pessoas simplesmente acabaram, destruíram, arrasaram com ele. Quebraram cada alicerce que tinha nele, demoliram cada muro que tinha e encheram a minha fonte de ódio, raiva e rancor.
Quanto tempo vou demorar para reconstruir tudo? Não sei, realmente não sei, mas pode ter certeza que quando eu reconstruir tudo, essas pessoas não vão mais existir pra mim. E tudo não vai passar de uma memória, do tempo em que confiei em alguém e dei a chave do meu mundo pra ela. Memória que nunca vai se repetir, memória que a partir de agora se transformou em meu novos monstros.

Por mais que eu tente...

Por mais que eu tente, eu não consigo expressar esse sentimento através de palavras.
Por mais que eu tente, eu não consigo entender certas coisas.
Por mais que eu tente, eu não sei o que fazer em certas ocasiões.
Por mais que eu tente, eu não consigo segurar minha lágrimas.
Por mais que eu tente, eu não consigo por fim a minha vida.
Por mais que eu tente, eu não sei até quando vou ficar assim.
Por mais que eu tente, eu sei que um dia isso tudo vai acabar.
Por mais que eu tente, eu não sei até quando isso vai durar.
Por mais que eu tente, por mais que eu queira, apenas espero que quando tudo acabar, a minha alma também não tenha se acabado.

Depois não venha chorando -'-

Fico inconformado com a capacidade das pessoas de serem idiotas, masoquistas ou sei la o que. E o pior é que agente avisa, avisa e avisa e o ser insiste em fazer o contrário. CARA, SE LIGA ¬¬ pqp... eu realmente fico emputecido com isso.
E tipo, depois o ser fica todo mal, chorando, sem comer e tal, enquanto o outro que fez isso a ela não esta nem ai, como nunca esteve.
Mas a próxima vez que alguém vier chorando pra cima de mim, eu vou olhar bem no fundo dos olhos e vou falar com gosto em alto e bom som: "O problema não é meu, então, VAI SE FODER!" e foda-se o que você for achar de mim depois, pra mim tanto faz o que você pensa de mim.
A brincadeira acabou, o Monstro dentro de mim que estava começando a dormir foi despertado, e agora ele está bem, mas bem pior do que antes, e não vou ter medo de falar e fazer certas coisas.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Não vou ser como você's

"Hoje, como todo os outros dias, me chamaram de estranho."
"Pra mim, vocês não são nada mais do que um monte de carne em um monte de ossos."
As duas frases que para mim, são as mais MAIS daqui do Blog. Sabe, tem gente que parece estar sempre disposto a me zuar, a rir da minha cara pelo simples de eu ser... DIFERENTE; Pelo simples fato de eu não querer ser igual a eles; Pelo simples fato do Mons†er ser o Mons†er; Pelo simples fato de eu viver assim.
Por mais que meu psicológico fique abalado, por mais que vocês tirem sarro de mim, eu não vou ser como vocês. Não vou me rebaixar, não foi ser infantil, não vou ser idiota.
Se você pensa que, só porque é "popular" ou porque "todo mundo" tem medo de você quer dizer que eu te conheça e/ou que eu tenha medo de você. Se soubessem o que se passa em minha mente, iriam saber que se eu explodir eu vou me tornar o Serial Killer mais sarcástico do mundo, enquanto você sangra, eu rio; Enquanto você chora, eu rio; Enquanto você implora, eu rio.
Mas não, não precisa ter medo, apenas cuidado, porque para fazer você sofrer vai ser questão de instantes.
Como diz Jigsaw: "Eu quero jogar um jogo!", só que o prêmio não vai ser sua vida, mas sim a sua paz.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vingança Doentia Parte III (TheEnd)

Ela se distanciou, em poucos segundos ela voltou com um carrinho, não consegui ver o que tinha em cima, mas o barulho que fazia era parecido com metais se batendo. ‘Meu Deus! O que ela vai fazer comigo?’ e o desespero tomou conta de mim de uma certa maneira que comecei a me debater pedindo para sair, mas não adiantou em absolutamente nada, a única coisa que consegui foi tirar um sorriso sarcástico dela, ela se virou e vi em sua mão um bisturi, aquele metal passou bem em frente de meus olhos fazendo meu medo ficar ainda maior, consegui ver meus olhos apavorados naquele metal espelhado. Ela cortou minha camiseta tão fácil, que foi como rasgar uma simples folha com a mão. ‘Não Roberta! Podemos conversas ainda!’ mas nada adiantou, foi como se as minhas palavras alimentassem sua fúria, já estava engolindo a seco quando sinto aquela lâmina gelada em meu peito, uma dor súbta dominou meu corpo, ela estava me cortando, que dor horrível, a dor era tanta que eu apertava minha mão tão forte que a mesma ficava amortecida, minhas lágrimas já molhara meu rosto inteiro, ‘Me Mate De Uma Vez! Quem você pensa que é para torturar um ser assim? Quem você pensa que é para dilacerar um ser assim?’ aquelas palavras fizeram com que ela falasse em um tom tão calmo que me deixava com mais medo ainda ‘Calma Fernando! A brincadeira mal começou. ’ e uma risada maléfica acompanhou esse coquetel mortífero de palavras.
Já estava ficando inconsciente de tanta dor, foi quando senti que ela já havia parado de me cortar, ‘Pronto, Fernando! Agora, vou pegar o que é meu, e você? Você será apenas mais um cadáver no mundo’, ela me beijou na testa com sua boca úmida, aquilo me deu nojo, mas não pude fazer nada, minha vida já havia acabado. Minha vida não existia mais.
Senti sua mão gélida e macia em meu peito, e a última coisa que senti foi uma dor tão forte que se tornou indescritível e não vi mais nada. E a partir dali eu era apenas mais um cadáver no mundo, apenas mais um cadáver jogado naquele quarto escuro e fétido.

Vingança Doentia Parte II

Uma luz forte se acendeu em meu rosto, minha vista ficou ligeiramente embaçada, mas se acostumara rápido com a claridade, meu coração batendo cada vez mais rápido, a adrenalina me consumindo, mas o nervosismo e o medo não me deixavam gritar. Tentei olhar o lugar, mas não consegui ver muito com a minha cabeça imóvel. Ouvi passos, aquele som de salto batendo no chão me deixou mais nervoso, “Quem é você? Porque faz isso comigo?” perguntei, mas a única resposta que obtive foi uma risada maléfica feminina. Alguém estava se aproximando de mim, os fios da luz que me iluminava bateram fracamente naquele rosto marcado por um sorriso vermelho e malicioso, era ela, a mulher que me apaixonei uma vez, a mulher com que tive grandes noites de amor, era ela, Roberta. Como ela estava linda, com a pele branca e lisa como uma seda, seus olhos negros como uma sala escura, seu cabelo liso e negro que não se comparava a nada, mas ela estava diferente, ela me olhava como se fosse me devorar. ‘Roberta, o que você quer?’ falei com medo da resposta, e a resposta foi direta e fria, ‘Seu coração. Vou roubar o que é seu, já que você roubou o meu me deixando no altar. Ah Fernando, não sei como fui tola em pensar que poderíamos nos casar. Mas agora estamos aqui, apenas eu e você novamente. Mas desta vez a história é outra!’, enquanto ela falava, seu olhar penetrava o meu, e sua mão passando em meu peito, em cima do meu coração que estava disparado.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Vingança Doentia Parte I

Um cheiro de podridão no ar, abri meus olhos e nada vi, era uma escuridão tremenda, uma escuridão que misturada com aquele cheiro fétido me deixava agoniado. Lembrei que em meu bolso esquerdo tinha uma pequena lanterna que eu usava para emergências, peguei-a, tentei ligá-la, mas não consegui, era como se não tivesse força o suficiente para apertar aquele simples botão. A escuridão foi me tomando, junto com o medo e nervosismo, fui andando bem devagar, tentando adivinhar o que tinha a minha frente a cada passo que eu dava e sem querer tropecei em algo, mais parecido como um saco de areia, aquilo me deixou mais aflito do que o normal, aquele cheiro já me deixava zonzo, ou eu me retirava logo daquele lugar sombrio ou eu perderia totalmente minha consciência. Forcei um pouco a vista e vi mais a frente um pequeno fio de luz, ‘Uma porta, Só pode!’ pensei e agi, fui andando mais rápido, até que cheguei à fonte da luz, nunca tinha me sentido tão aliviado quando vi aquele pequeno fio de luz invadindo a escuridão, que mesmo assim eu não enxergava muita coisa. Fui tateando a parede em volta da porta e encontrei um botão, logo percebi que era um interruptor e com um grande alivio o apertei. Meus olhos, se acostumando com a claridade ainda estavam embaçados, mas logo pude reparar de onde saia aquele cheiro horrível que já me acostumara, ‘Meu Deus!’, como eu queria nunca ter encontrado aquele interruptor, como eu queria nunca ter aberto meus olhos, o que vi ali foi a coisa mais horripilante que já vi em toda minha vida.
Aquela cena foi embrulhando meu estomago e me deixando com um mal-estar muito grande, não aguentei e vomitei, eu sabia que se não saísse daquela cena eu vomitaria novamente, tentei abrir a porta mas ela estava trancada, olhei a maçaneta e vi que tinha sangue ali, olhei em meu polegar e vi que ele estava com um corte fundo, por isso não tinha conseguido ligar minha lanterna. Minha vista foi ficando escura, eu sentia que estava caindo encostado a porta, mas não pude fazer nada. Apaguei.
 Levantei, olhei em volta e me assustei, estava em uma sala um pouco escura, mas limpa. Olhei e a porta estava aberta, sai correndo, claro. A luz do sol! Como eu senti uma alegria ao ver a luz do sol, pensei que nuca mais iria vê-la novamente, Caminhei meio apressado por um longo corredor, de repente fiquei paralisado, como se alguma coisa prendesse meus pés e minhas mãos, tentei olhar o que estava acontecendo para isso ocorre, mas minha cabeça também estava presa. Foi quando percebi que tudo não passou de um sonho, foi quando percebi que a esperança de ter a minha vida de volta se foi para sempre.