sábado, 30 de outubro de 2010

Toda pergunta, tem sua resposta.

Bom, como disse hoje no meu twitter hoje vai ter um post vamos dizer, diferente... Hoje irei falar o porque do meu apelido e o porque do meu sobrenome no meu orkut/msn/twitter. Nada de falar sobre meus sentimentos, sobre minha vida, sobre essas coisas, nada. Pessoas me perguntaram o porque do Mons†er e o porque no Bá†hory. Então, nada mais justo do que eu explicar certo?




                          Então vamos primeiro ao meu Apelido.

O porque de Mons†er? De onde a palavra Mons†er surgiu? E porque ela se tornou parte de mim?

Mons†er não apenas um apelido meu que surgiu para fãs, não é apenas um apelido meu, para me zuarem. Ele demonstra meu estado de espírito, o meu jeito de ser.
Não tem coração? Não tem psicologico? Não tem humildade? Não é feliz? Ou seja, eu tenho tudo o que um monstro e um psicopata tem e precisa :D
Por mais que critiquem o meu apelido, por mais que me zoem, não dou a mínima para o que essas Pessoas pensam. That's All!












Agora, vamos ao meu sobrenome no orkut/twitter/msn.
Bom, antes, vou deixar uma pequena Bio aqui em baixo.




Erzsébet Báthory (7 de agosto de 1560 — 21 de agosto de 1614), em português Elisabete ou Isabel Báthory, foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como consequência, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula".




Isso foi ela, agora, isso foi o que ela fazia.




Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.




E essa, aaah, essa é a melhor parte.


A condessa, já sem a frescura da juventude, estava a ser penteada por uma jovem criada, quando esta puxou os seus cabelos acidentalmente. Erzsébet virou-se para ela e espancou-a. O sangue espirrou e algumas gotas caíram na sua mão. Ao esfregar o sangue, pareceu-lhe que estas a rejuvenesciam. Foi após esse incidente que passou a banhar-se em sangue humano. E em um calabouço, existia uma gaiola pendurada no teto construída coom lâminas, ao invés de barras. A condessa se sentava em uma cadeira embaixo desta gaiola. Então, era colcoado um prisioneiro nesta gaiola e um guarda espetava e atiçava o prisioneiro com uma lança comprida. Este se debatia, o que fazia com que se cortasse nas lâminas da gaiola, e o sangue resultante dos cortes banhava Erzsébet.
Resumindo, ela se banhava em sangue de pessoas, ela torturava pessoas, ela gostava de ver o desespero das pessoas. Nem preciso comentar que eu AMO sangue né? E sim, eu AMO ver o desespero das pessoas, se eu quiser posso me tornar um serial killer, mas nãão, tem muitos desses espalhados pelo mundo.
Agora que você já sabem o porque do meu apelido e do meu sobrenome, espero que fiquem felizes e sorridentes :D




Boa noite e bons sonhos :D


#Dik! As vezes o negrito pode camuflar coisas, sejam elas boas ou ruins.


That's All!

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