O sangue passa tão rápido em minha veias que é como se ele implorasse pra sair. É como se ele pedisse pra eu por fim em tudo. Mas o sangue que passa em minhas veias, é negro, da cor do meu mundo, aquele mundo em que abri o portão para algumas pessoas, mas essas pessoas simplesmente acabaram, destruíram, arrasaram com ele. Quebraram cada alicerce que tinha nele, demoliram cada muro que tinha e encheram a minha fonte de ódio, raiva e rancor.
Quanto tempo vou demorar para reconstruir tudo? Não sei, realmente não sei, mas pode ter certeza que quando eu reconstruir tudo, essas pessoas não vão mais existir pra mim. E tudo não vai passar de uma memória, do tempo em que confiei em alguém e dei a chave do meu mundo pra ela. Memória que nunca vai se repetir, memória que a partir de agora se transformou em meu novos monstros.
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